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COMO FUNCIONA O ENDEREÇAMENTO NO SISTEMA VRF?

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 O endereçamento é a função utilizada nos equipamentos VRF's, define as quantidades de unidades internas e externas que irão compor ao todo o sistema e atribuir a cada uma delas um endereço de localização. Este tipo de configuração é feita no ato de "start up". ENDEREÇAMENTO DA UNIDADE INTERNA    O endereçamento é definido de duas formas: PUBLICIDADE 1- AUTOMÁTICO  É aquele no qual a unidade externa mestre ao ser energizada irá atribuir um endereço para unidades internas conectadas através do cabo de comunicação. 2-  MANUAL  Aquele que por ajustes das micros-chave  dipswitch nas unidades internas, ou por ajustes em controle remoto com, ou, sem fio, possui sua localização(endereço) fixo e não se alteram. ENDEREÇAMENTO DAS UNIDADES EXTERNAS  Diferente das unidades internas, o endereçamento das unidades externas são realizadas na placa mãe (PCB MAIN), através do ajuste de micro chaves (dipswitch). Nesse endereçamento são definidas as unidade...

COMO INCIA O FUNCIONAMENTO DO VRF?

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  Para podermos compreender melhor as lógicas de operação de um sistema VRF, é fundamental entender como funciona o início de operação do sistema. A partir desse ponto torna-se mais fácil compreender o funcionamento do equipamento e dar os primeiros passos para melhor precisão em diagnósticos. PUBLICIDADE  As unidades internas e externas são interligadas por cabos de comunicação (cabo shild ou PP) responsáveis por enviar e receber informações. Ao ser energizado o sistema através dos disjuntores, automaticamente se inicia essa etapa que podemos chamar de "perguntas e respostas entre as unidades internas e externas" . NESSE PROCESSO DE PERGUNTAS E RESPOSTAS SÃO VERIFICADAS OS SEGUINTES PONTOS DO SISTEMA: Se existe uma boa comunicação entre as unidades internas com as unidades externas. Se existe uma boa comunicação entre as unidades escravas (se possuir), com a unidade mestre. A comunicação interna das unidades condensadoras (co...

COMO IDENTIFICAR OS CÓDIGOS DE ERRO EM VRF

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A interpretação do código de erro em sistemas VRF's é o modo mais prático para a solução de uma falha. Pois é a partir delas que tomamos as decisões corretas de como iniciar as devidas correções no equipamento. Iremos abordar a lógica para interpretar esses alarmes.  É imprescindível que o profissional que for realizar o diagnóstico tenha em mão o Manual de Operação e Instalação do Produto (IOM), ou o Manual de Serviços (Service Manual), caso contrario, se tornará mais complicado aplicar as correções, após a identificação do alarme. PODEMOS CLASSIFICAR OS CÓDIGOS DE ERROS EM SISTEMAS VRF's DA SEGUINTE FORMA: ERROS DAS UNIDADES INTERNAS Basicamente, os alarmes apresentados nas unidades internas são aqueles que ao atingirem uma ou mais unidades internas, não implicam no funcionamento das demais unidades do sistema, exemplo: Falha em Sensores de Temperatura  Falha em Bomba de Dreno  Falha em Motor Ventilador  Nessas ocasiões, apenas a unidade evaporadora irá exibir...

TESTE DA PLACA INVERTER DO MOTOR VENTILADOR DO CONDENSADOR VRF

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A placa inverter do motor ventilador da unidade externa do sistema VRF, possui um módulo de potencia inteligente (IPM) que é um dispositivo eletrônico responsável para alterar a frequência, aumentando ou diminuindo a velocidade do motor.  A lógica operacional da placa inverter do motor ventilador do condensador, é controlada pela placa principal do VRF, no caso, a placa mãe (PCB MAIN). Ela é a responsável por emitir sinais eletrônicos até a placa do ventilador onde posteriormente sera refletido no aumento ou diminuição da rotação do motor ventilador. Em contra partida, a placa do ventilador envia sinais a placa mãe (feedback) informando que o comando solicitado, foi realizado. PUBLICIDADE TESTE DA PLACA INVERTER DO MOTOR VENTILADOR    Para a realização do teste do módulo IPM da placa do motor ventilador, importante que o equipamento primeiro seja desenergizado. Após essa etapa deverá aguardar um período mínimo de 15 minutos para que os capacito...

TESTE DO MOTOR VENTILADOR DE CORRENTE CONTINUA (BLDC)

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São motores que funcionam com tensão continua fornecida pela placa eletrônica da unidade evaporadora ou condensadora.  Diferente dos motores de corrente alternada, o rotor dos motores BLDC são geralmente de  ímã de neodímio sendo movidos pelo campo gravitacional gerada pela tensão que chega em suas bobinas, são gerenciados por um controle de velocidade eletrônico. TIPOS DE MOTOR VENTILADOR DE CORRENTE CONTINUA  Os motores ventiladores BLDC podem ser de 02 tipos: Os que possuem o controle de velocidade (sensor hall) e o circuito de potência interno, onde são amplamente utilizados nas unidades evaporadoras dos equipamentos inverter e em alguns casos, na unidade condensadoras. E os que possuem o controle de velocidade e de potência externo, ou seja, fora do motor ventilador, na placa, onde geralmente são os motores ventiladores da unidade condensadora dos equipamentos inverter e VRF. PUBLICIDADE TESTE DO MOTOR VENTILADOR BLDC   OBSERVAÇÕES ANTES DO TESTE: N...

TESTE DO MÓDULO IPM DA PLACA INVERTER

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IPM ( M odulo de P otência I nteligente), é um dispositivo eletrônico que integra o circuito de inversor de frequência, ele é responsável por alterar a frequência que vai para o motor, aumentando ou diminuindo a sua velocidade.  Esse módulo possui internamente um conjunto de transistores (geralmente formado por 6 do tipo IGBT) onde 3 transistores são ligados na parte da tensão positiva da fonte alimentação da placa inverter (fonte com tensão continua de 310vcc). Já os outros 3 transistores recebem a tensão de potencial negativo da fonte.  EXEMPLO DE TESTE DE IPM EM PLACA DE SPLIT INVERTER   Para realização do teste do módulo IPM é importante que o equipamento primeiro seja desenergizado. Após essa etapa deverá aguardar um período mínimo de 15 minutos para que os capacitores na placa se descarreguem, assim evitando acidentes danos a placa.  O teste resume-se em detectar se existe curto-circuito em algum dos TRANSISTORES IGBT's, que formam o módu...

TESTE DA VÁLVULA DE EXPANSÃO ELETRÔNICA

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As válvulas de expansão eletrônica tem como função regular a vazão de fluido refrigerante no sistema de refrigeração reduzindo da pressão de condensação até a pressão de evaporação. Nos equipamentos tipo Split system, a válvula fica localizada na unidade condensadora. No sistema VRF, é possível localizar a válvula nas unidades internas e externas. ESTRUTURA DA BOBINA DA VÁLVULA DE EXPANSÃO ELETRÔNICA É possível encontrar 02 tipos de bobinas de válvulas de expansão eletrônica. Os modelos com apenas 01 condutor comum por onde entra a tensão de 12vcc para alimentar um conjunto formado por dois pares de bobinas. Já os modelos que possuem 02 condutores comuns, cada condutor fica responsável por alimentar com a tensão de 12vcc um par de bobinas (lembrando que no total são dois pares). Em termos práticos, essa diferença está ligada a precisão de abertura e fechamento da válvula, também chamado de número de passos. VÁLVULA DE EXPANSÃO ELETRÔNICA COM 01 CONDUTOR COMUM Tensão de 12vcc a...